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Miliuma

insónias | ideias | publicações

#45 snapchat - a mensagem do fantasminha

 

Há um ano atrás fiz um curso na Universidade Nova de Lisboa de Gestão de Redes Sociais. Desde então, o Snapchat começou a criar uma curiosidade constante. Não percebia qual o interesse em fazer um snap que se esgotava na primeira vez que era visionado e durante meros segundos, a não ser o possível interesse de troca de efémeras imagens sexuais.

 

Há screenshots, contudo. De que serve o Snapchat identificar quem tirou o screenshot, se essa mesma imagem circular eternamente na internet sem a nossa autorização? Depois de entrar na rede, é mais difícil sair do que deixar a Índia após degustar um belo bife de vitela mal passado. Queremos ser a Scarlett Johansson? Sim, mas nem sempre.

 

Todavia, depois de se começar realmente a testar o dito programa, começa-se a entender que a efemeridade das imagens é necessária: quase nenhuma é assim tão impressionante ou tão indispensável à vida de outrem, que mereça ser eternizada numa cover photo do Facebook. Sendo assim, o melhor é ir reciclando. Coisa boa é que se vai partilhando em tempo real, sem grandes filtros nem grandes tretas, o que vai acontecendo numa vida menos editada em photoshop e re-enquadrada para a ocasião.

 

Dito isto, AQUI vai a explicação mais completa que alguma vez li para todos os meus amigos que ainda não se renderam ao Snapchat, a aplicação que promete ser “A” app de 2016.

Se quiserem uma versão mais simples, feita pelos comparsas brasileiros, também há! Basta clicar aqui!

 

Depois de quinze minutos a testar a aplicação que, dizem os boatos, foi criada para ser pouco intuitiva para os mais velhos (que raio!), fica-se a perceber que ela não varia muito mais do que : plim, filtro, escrever, a minha história, plam! No meio de tanto e tão pouco, adicionem-me!! Se não souberem como, é porque não leram os links que coloquei acima. Vão lá, vão. E até já!

 

 

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