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Miliuma

insónias | ideias | publicações

#36 mensagem das treze horas e quarenta minutos

 

Falámos de erros, de ideias pré concebidas sobre o que devia ser ou não feito.

 

Erro muito, sinto-me constantemente uma criança escorregadia, de sapatinhos novos num chão de mármore acabado de polir. O lado bom disso é que a cada passo dou é como se dançasse. E o lado bom de errar (sem tretas, porque tantas e tantas vezes errar consegue ser uma grande porcaria) é poder começar de novo. Ora, em coisas tão pouco importantes na grandeza do planeta como as minhas publicações, a minha dieta ou os meus horários, errar torna-se quase um exercício de gozo que permite ter recomeços numa vida que andamos tão viciados em planear (ou eu ando, helena, a ansiosa).

 

Um brevíssimo até já, tenho muito para escrever ainda hoje.

 

 

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