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Miliuma

insónias | ideias | publicações

#26 o champô não é para comer

 

A minha nova amiga R. disse a um colega actor: a Helena agora tem um blog muito giro, de culinária. Como assim? O meu blog não é de culinária… não estarás a misturar o facto de ter um namorado que é Chef? Não, Helena, até agora só li posts de comida e gastronomia, mas às tantas não tenho tido sorte. E lá começou a R. a fazer scroll. E realmente parece que falo muito sobre essa maravilha que é a gastronomia e suas ramificações.

 

Há uns anos assisti a uma master class do Saul Williams, que afirmava contundentemente que o nosso trabalho e criatividade são definidos pelo nosso input: o que lemos, o que comemos, o que consumimos. Essa frase marcou-me. Mais do que o jantar no restaurante vegetariano e o facto de termos ido para o Musicbox com uma data de pessoal talentoso nessa noite. Afinal, não é todos os dias que se sai à noite com o Saul Williams. Pelo menos, eu não saio. 

 

Depois desse dia, comecei, a pouco e pouco, a consumir menos químicos e, dadas as duas quedas enormes que já sofri, comecei pelo cabelo:

(ok, hoje em dia também tento fazer isso com a alimentação, mas não estou autorizada a falar de comida neste post)

 

 

A Shu Uemura tem muitos poucos químicos e, portanto, fui fazer um abastecimento.

Também uso John Masters Organics (à venda na Organii) e, em tempos de orçamentos apertados, Jason.

 

(As flores? São umas flores giras que a minha mãe me deu e que caíram ali na mesa para que a fotografia se tornasse mais agradável aos olhos.)